Por puro instinto deixo ensinar-me a viver mais.
Aquela que inevitavelmente vem, ao invés de roubar
criou o brilho dos teus graciosos olhos cor-de-mel.
Segundos não são pra contar, sim para deixar-te levar
em plena intensidade nas manhãs de sol, ser meu carinho
Atrás de toda lua, minguante ou cheia, desnudamos sós
Qualquer hora desarmas o mundo num sorriso
Volto a ser menina só pra gente brincar de ser feliz
No colo nu me inverto de novo mulher, arrisco sem temer
Fartos de certezas a gente quase morre de tanto amar
quarta-feira, 26 de março de 2014
domingo, 15 de dezembro de 2013
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
quinta-feira, 4 de julho de 2013
E até as palavras morrem
Me pego nas mãos de Shakespeare
Junto aos métodos de golpear o tempo
Releio, levo comigo somente incertezas
Daquele passado e desse hoje
E por isso combino aflições ao amanhã
Enquanto não durmo
Ao enxergar em meu reflexo
Quando dou de inventar pela natureza
O esgotável prazer do espaço
O outro finge que foi, ilude ausência
Junto aos métodos de golpear o tempo
Releio, levo comigo somente incertezas
Daquele passado e desse hoje
E por isso combino aflições ao amanhã
Enquanto não durmo
Ao enxergar em meu reflexo
Quando dou de inventar pela natureza
O esgotável prazer do espaço
O outro finge que foi, ilude ausência
Assinar:
Postagens (Atom)
