Me pego nas mãos de Shakespeare
Junto aos métodos de golpear o tempo
Releio, levo comigo somente incertezas
Daquele passado e desse hoje
E por isso combino aflições ao amanhã
Enquanto não durmo
Ao enxergar em meu reflexo
Quando dou de inventar pela natureza
O esgotável prazer do espaço
O outro finge que foi, ilude ausência
quinta-feira, 4 de julho de 2013
domingo, 30 de junho de 2013
Loucura
Nem sequer um segundo foi preciso
Prisão dos signos de terra
Quiça querer é mais verdade
Do fogo, quem é que sabe
Mas da boca pra fora ascendeu
No meio da multidão
Um momento de ilusão perpétua
Simples assim e em sintonia
Sem outro sintoma ela vem
Prisão dos signos de terra
Quiça querer é mais verdade
Do fogo, quem é que sabe
Mas da boca pra fora ascendeu
No meio da multidão
Um momento de ilusão perpétua
Simples assim e em sintonia
Sem outro sintoma ela vem
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Tulipaz
- Ei?
- Tô viajando na Tulipa.
...
- Olha lá a outra cheirando a tulipa.
...
- Não, não é tulipa.
- É claro, é cravo.
- Oxi, brigou com a Rosa mesmo.
- Pixinguinha!
Como é legal essa sua transição.
- Tô viajando na Tulipa.
...
- Olha lá a outra cheirando a tulipa.
...
- Não, não é tulipa.
- É claro, é cravo.
- Oxi, brigou com a Rosa mesmo.
- Pixinguinha!
Como é legal essa sua transição.
terça-feira, 7 de maio de 2013
Assinar:
Postagens (Atom)
